Ex”cravo” da Rosa
Prepotente o teu encanto
Que faz de mim teu escravo;
Se já fui um belo cravo...
Sois a rosa, sois meu pranto.
Espinhos e formosuras,
Sorte de um belo trevo.
A tal sorte? Não me atrevo!
Em ti, não avistei doçura.
Lês tudo que escrevo,
Mas criticas com brandura
O meu lado mais interno.
Teu coração, um acervo,
Insidiosa armadura...
Sois a calmaria do inferno!

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