sexta-feira, 22 de julho de 2011

Soneto 18

Um outro cobertor

Teu disfarce é mais profundo
Neste teu sono eloquente.
Qual o cobertor mais quente?
Que ser diria ser oriundo?!

Hospedeiro de tua mente,
Mero inventor de teu mundo,
Um espírito infecundo,
Um controle onipotente!

O primeiro cobertor,
A mancha de um vil monarca,
O  profano de tua marca...

Um mero avassalador,
Um viril controlador
A vigorar em tua marca...



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