sábado, 16 de julho de 2011

Soneto 13

Nem tímido, Nem frígido

Teus olhos, azuis do mar.
Tua pele, alva do algodão...
Frágil bate o coração.
Estou a desequilibrar.

Um olhar de imensidão,
Maciez no acariciar...
Ao pulsar acelerar,
Desde então, daí a mansidão!

Não tenho coração frígido,
Mas derreto como gelo
À luz de um único olhar.

Não direi que sou tão tímido,
Mas sempre quase congelo
Quando te vejo chegar.


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