Nem tímido, Nem frígido
Teus olhos, azuis do mar.
Tua pele, alva do algodão...
Frágil bate o coração.
Estou a desequilibrar.
Um olhar de imensidão,
Maciez no acariciar...
Ao pulsar acelerar,
Desde então, daí a mansidão!
Não tenho coração frígido,
Mas derreto como gelo
À luz de um único olhar.
Não direi que sou tão tímido,
Mas sempre quase congelo
Quando te vejo chegar.

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