Liberdade sem Nome
Toda lama encobre o céu.
O sol e a lua se contraem.
Os opostos não se atraem.
Abelhas derramam mel!
Só a ferrugem me conforta
Os lábios secos ao léo.
De tuas mãos recebo o véu,
Encobre-me a pele morta!
Promessas que me afligiram,
Virtudes que não existiram...
Há saída, mas não há porta.
Colhendo frutos maldosos,
Vivo em pactos amorosos
Uma liberdade torta!

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