domingo, 14 de agosto de 2011

Soneto 32

De Profano a Amador

Dá-me teu calor humano,
Vem com teu beijo molhado,
Desejo teu corpo suado,
Anelo teu amor insano...

Esta vida de profano
A que me queiras atado.
És célebre, és alado,
Mas te beijarei mundano...

Olhar que te tenho ardente,
És escultura atraente,
És sonhos ao sonhador!

  Quero a querer-te presente,
Estou vivo, sou carente...
Um profano, um amador!

 

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